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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Obrigado. Feliz 2012!

Chegamos novamente a mais um fim de ano, mais um ciclo completa-se nas vidas humanas e um novo iniciasse. Durante esse ano tive a honra de conhecer muitas pessoas através do meu trabalho no Construindo História Hoje, pessoas com as quais aprendi e procurei ensinar o que tenho aprendido. Hoje a quase dois anos (fevereiro de 2012) de atividades o CHH conta com mais de 300 mil visitas e com mais de 200 seguidores. Pessoas que juntas me ajudaram a Construir esse humilde “Oásis” do conhecimento. Somente tenho a agradecer a todos vocês!

Meu presente para todos os amigos e visitantes são um pouco de palavras de sabedoria que compartilho na história que se segue. Que Deus abençoe a todos no ano que se iniciará.

Escalando os obstáculos para chegar à unidade.

Gosto muito de assistir aos programas sobre alpinistas que tentam escalar o monte Evereste. Fico muito intrigado com aquelas pessoas que arriscam tudo para alcançar o lugar mais alto da terra. Esses caras enfrentam ventos a uma temperatura de -40°C, podem ter os dedos das mãos e dos pés congelados, mal conseguem respirar, mas fazem tudo para chegar ao topo.

O monte Evereste tem mais de 8.800 metros de altura, mas ao alcançar 8.000 entra-se no que os especialistas chamam de zona da morte. Ali, a altitude é elevada demais para sustentar a vida humana. O corpo é incapaz de se aclimatar a um nível tão baixo de oxigênio, de modo que, se permanecer muito tempo na zona da morte, você morre. Foi o que aconteceu com um alpinista em maio de 2006. Ele foi deixado pelos colegas na zona da morte enquanto estes seguiam até o topo do Everest. As pessoas que passavam por ali percebiam que ele estava com dificuldades, mas presumiam que aquele homem era parte de outra equipe e que alguém viria resgatá-lo.

Pouco tempo depois dessa tragédia, outro alpinista, Lincoln Hall, foi encontrado na zona da morte. Ele foi resgatado por um grupo de quatro alpinistas e onze xerpas, que desistiram da própria tentativa de chegar ao cume para ajudar Hall e levá-lo para baixo.

Mais tarde, Hall recuperou-se plenamente. O que fez a diferença entre a sobrevivência de um e a morte de outro? Trabalho altruísta em equipe.

Esse tipo de trabalho é raro nos dias de hoje. Com as superestrelas dos esportes buscando glória e os líderes corporativos recebendo todo o crédito, é raro ver uma equipe unida e eficaz. Há muitos compromissos individuais em jogo, o que termina prejudicando a meta que interessa à equipe como um todo. Quer seja uma equipe esportiva, um sócio ou uma fraternidade, muitos relacionamentos chegam ao fim porque é difícil relacionar-se bem com os outros. Cada um tem compromissos e motivações próprias que impedem a comunicação clara e uma aproximação a outras pessoas.

Você quer saber mais?

SHOOK, Kerry; Chris. Um Mês para Viver. São Paulo: Ed. Mundo Cristão, 2008.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O NASCIMENTO SANTO DE JESUS CRISTO.

Tanto Mateus como Lucas concordam em declarar inequivocadamente que Jesus nasceu de uma mãe virgem, sem a intervenção de pai humano, e que Ele foi concebido pelo Espírito Santo (v. 18; Lc 1.34,35). A doutrina do nascimento virginal de Jesus, de há muito vem sendo atacada pelos teólogos liberais, é inegável, no entanto, que o profeta Isaías vaticinou a vinda de um menino, nascido de uma virgem, que seria chamado “Emanuel”, um termo hebraico que significa “Deus conosco”. (Is 7.14). Essa predição foi feita 700 anos antes do nascimento de Cristo. A palavra “virgem” é a tradução correta da palvra grega parthenos, empregada na Septuaginta, em Is 7.14.

A palavra hebraica significando “virgem” (almah), empregada por Isaías, designa uma virgem em idade de casamento, e nunca é usada no AT para qualquer outra condição da mulher, exceto a da virgindade. Daí, Isaías, Mateus e Lucas afirmarem a virgindade da mãe de Jesus. É de toda importância o nascimento virginal de Jesus. Para que o nosso Redentor pudesse expiar os nossos pecados e assim nos salvar, Ele teria que ser numa só pessoa, tanto Deus como homem impecável (Hb 7.25,26). O nascimento virginal de Jesus satisfaz essas duas exigências.

A única maneira de Ele nascer como homem era nascer de uma mulher. A única maneira de Ele ser um homem impecável era ser concebido pelo Espírito Santo (Hb 4.15). A concepção de Jesus, portanto, não foi por meios naturais, mas sobrenaturais, daí, “O Santo, que de ti nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35). Por isso, Jesus Cristo nos é revelado como uma só Pessoa divina, com duas naturezas: divina e humana, mas impecável.

Por ter vivido como ser humano, Jesus se compadeceu das fraquezas do ser humano ( Hb 4,15,16). Como o divino Filho de Deus, Ele tem poder para libertar o ser humano da escravidão do pecado e do poder de Lúcifer à estrela caída (At 26.18; Cl 2.15; Hb 2.14; 4.14,15; 7.25). Como ser divino e também homem impecável, Ele preenche os requisitos como requisitos como sacrifício pelos pecados de cada um, e também como sacerdote, para interceder por todos os que por Ele aproximam-se de Deus (Hb 2.9-18; 5.1-9; 7.24-28; 10.4-12).

Por causa de sua concepção milagrosa, Jesus será “o Santo”, ou seja: Ele não terá qualquer mácula do pecado. Em Jesus Deus tornou-se ser humano com a mesma natureza do homem, mas sem pecado. Este é o postulado básico da encarnação: Cristo deixou o céu e experimentou a condição da vida e do ambiente humanos ao entra no mundo pela porta do nascimento humano.

Cristo não foi criado; Ele é eterno, e sempre esteve em comunhão amorosa com o Pai e com o Espírito Santo. Cristo é a personificação da verdadeira vida. Sua vida era a luz para todos a verdade de Deus, sua natureza, propósito e poder tornam-se disponíveis a todos por meio dEle.

O Construindo História Hoje deseja a todos os seus leitores um abençoado Natal. Que se prolongue por todos os dias do ano que se iniciará, através do nascimento de Cristo Jesus em nossos corações.

Você quer saber mais?

BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudo Pentecostal. Tradução: João Ferreira de Almeida. Ed. rev. Corrigida, São Paulo: Ed. CPAD, 1995.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Efeito Mozart : termo usado para fazer referência aos poderes de transformação da música na saúde, educação e bem-estar.


O Efeito Mozart, representa, de uma maneira genérica, o uso da música para reduzir o estresse, a depressão e a ansiedade; induzir o relaxamento e o sono; restaurar o corpo; melhorar a memória e o estado de alerta.

A pesquisa com a música de Mozart começou na França nos idos de 1950, época em que o Dr.Alfred Tomatis iniciou as suas experiências de estimulação auditiva em crianças com problemas de audição e comunicação. Nessa época já havia muitos centros de pesquisas espalhados pelo mundo todo que usavam as músicas de alta freqüência de Mozart, especialmente os concertos para violino e as sinfonias, para ajudar crianças com dislexia, problemas de fala e autismo. A Universidade da Califórnia, Irvine, começou suas experiências nessa área em 1950, relacionando a música do compositor com a inteligência espacial. Em 2001 os ingleses começaram a estudar o efeito das obras nos epiléticos.

O jovem Mozart e seus professores.

O Dr.Tomatis descobriu que ela acalmava e melhorava a percepção espacial e permitia que o ouvinte se expressasse com maior clareza, comunicando-se com o coração e a mente. O ritmo, a melodia, a excelência de execução e as altas freqüências da música de Mozart claramente estimulavam e impregnavam as áreas criativa e motivacional do cérebro. Mas talvez o segredo da sua magnitude seja porque ela soa pura e simples. Mozart não tece uma tapeçaria deslumbrante como o grande gênio matemático de Bach. Não provoca ondas de emoções como o epicamente torturado Beethoven. Sua obra não tem a rígida simplicidade de um Canto Gregoriano. Não acalma o corpo como uma boa música folclórica, nem atira em movimento como um astro de rock. Ele é, ao mesmo tempo, profundamente misterioso e acessível e, acima de tudo, destituído de malícia. Daí a sua aura de Eterna Criança. Sua graça, seu encanto e sua simplicidade nos permitem divisar uma sabedoria mais profunda dentro de nós.

A expressão estrutural e emocional ajuda a esclarecer a percepção tempo/espaço. A estrutura do rondó e da sonata-allegro constitui a forma básica na qual o cérebro torna-se familiar com o desenvolvimento das idéias.

O ouvido começa a se desenvolver na 10ª semana da gestação de um bebê e é funcional aos 4 meses e meio (da gestação). Ele é essencial para o equilíbrio, a linguagem, a expressão e a orientação espacial. Sendo uma antena receptora, vibra em uníssono com a fonte de som, quer esta seja musical ou lingüística. O corpo se contrai quando tenta se proteger de sons irritantes ou desagradáveis e relaxa com sons harmoniosos. Por intermédio da medula, o nervo auditivo se conecta com todos os músculos do corpo, explorando o repertório inerente de padrões de estímulo espaço-temporal do córtex. A música complexa facilita determinados padrões neurais envolvidos em atividades superiores, como a matemática e o xadrez. Em contrapartida, a música simples e repetitiva poderá ter o efeito contrário.

Som é o campo vibracional que forma a linguagem, a música e até o silêncio. Quando ele está organizado nós nos comunicamos por palavras, idéias, sentimentos e expressões. Por outro lado, quando ele está desorganizado é criado o barulho. O som chega ao nosso cérebro e ao nosso corpo através da pele, ossos e ouvidos, mesmo que a pessoa esteja em estado de coma. É claro que cada pessoa escuta de uma forma diferente, reagindo de uma maneira diferente ao som e ao barulho. Quando ritmo, melodia e harmonia estão organizados em uma bela forma, mente, corpo, espírito e emoções se harmonizam.

Pesquisas comprovam que ouvir certas músicas de Mozart ativa os neurônios e melhora a inteligência.

O primeiro indício do que viria a ser chamado “Efeito Mozart” surgiu em 1989, quando o neurobiólogo americano Gordon Shaw simulou a atividade cerebral em um computador. Em vez de imprimir um gráfico dessa simulação, ele decidiu transformá-la em sons. E, para sua surpresa, o ritmo do som cerebral se mostrou muito parecido com a música barroca. “Não é uma música tão bonita quanto à de Mozart, mas seu estilo é bem distinto, fácil de reconhecer”, disse ele. Foi aí que pensou em testar qual seria o efeito das obras do compositor no cérebro do ouvinte. Em outras palavras, será que esse tipo de composição musical de alguma forma amplia a atividade das células nervosas cerebrais? Os resultados foram muito positivos nos testes de Q.I. A partir de então, experiências distintas feitas por colegas de outras universidades chegaram a resultados diferentes. Algumas não produziram nenhum “efeito Mozart”, enquanto outras confirmaram o trabalho de Shaw. Nascia assim a polêmica.

O tira-teima veio mais recentemente, quando Shaw e colegas usaram aparelhos de ressonância magnética para mapear as áreas do cérebro que são ativadas pela música – ressonância magnética funcional. Percebeu-se então que, além do córtex auditivo, onde o cérebro processa os sons, a música também ativa partes associadas com a emoção e, com Mozart, o cérebro todo se “acende”. Apenas ele ativa áreas do cérebro envolvidas com a coordenação motora, visão e outros processos mais sofisticados do pensamento. Infelizmente, tal aparelho não explica a razão desse fenômeno. De todo modo, esse trabalho científico provou indubitavelmente que o ensino da música aumenta muito a capacidade mental das crianças. Se elas forem apresentadas a Mozart bem cedo, quando ainda estão desenvolvendo sua rede neural, o resultado positivo pode durar para toda a vida alegam os especialistas.

A composição usada como carro-chefe das pesquisas é a Sonata para dois pianos, em Ré Maior, K.448. Há grande destaque, também, para os Concertos para violino nºs 3 e 4.

O Efeito Mozart é a pedra de Rosetta para o código ou linguagem internas de funções cerebrais superiores.

Afinal quem foi Wolfgang Amadeus Mozart?

Foi um compositor austríaco, nascido em 27 de janeiro de 1756 em Salsburgo e falecido em 6 de dezembro de 1791 em Viena. Pertenceu ao Classicismo, usando os floreios do Barroco e os rebuscados agudos do Romantismo. Sua obra revela a liberdade do pensamento humano. O poder único e incomum da música de Mozart provavelmente tem sua origem em sua vida, em especial nas circunstâncias que cercaram o seu nascimento. Ele foi concebido num espaço incomum. Sua existência pré-natal foi diariamente imersa em música. Seu pai era um excelente violinista e sua mãe se dedicava ao canto. Descobriu-se que, em especial, os concertos para violino criam grande efeito curativo sobre o corpo humano, principalmente na parte neurológica.

Mozart foi um executante talentoso desde os 4 anos e suas primeiras composições deram-se aos 6 anos: um Minueto e um Trio. Em 35 anos ele compôs 627 obras.

A idéia de que a música tem certas propriedades e poderes que podem aguçar nossa mente e transformar nossa alma é muito antiga. Essa era a base da civilização de Confúcio, de Pitágoras e seus seguidores e do Estado Ideal de Platão.

Pitágoras dizia que a música era divina, pois era formada/construída por intervalos musicais que podiam ser definidos por proporções matemáticas. Os pitagóricos acreditavam que os números eram o centro do universo. Como os números não mudam, eles eram de origem divina. Logo, os intervalos musicais eram também divinos, pois representavam a expressão de um número.

Platão foi quem colocou a música no patamar mais alto. Em “A República”, ele desenvolve a teoria da “doutrina de ethos”. Nessa obra, Platão descreve a idéia de um Estado Ideal e como educar os meninos de maneira a se tornarem líderes. Segundo ele, duas coisas eram necessárias na educação fundamental dessas crianças: ginástica, para treinar o corpo, e música, para moldar o espírito. Somente a música do modo Dório e Frígio era permitida, pois só ela desenvolveria a bravura nas crianças.
Apesar do Estado Ideal de Platão nunca ter sido colocado em prática, suas idéias musicais nunca foram esquecidas.

. O Canto Gregoriano usa os ritmos da respiração natural para criar uma sensação de amplidão descontraída. É excelente para o estudo e a meditação silenciosas e pode reduzir o estresse.

. A música barroca mais lenta (Bach, Handel, Vivaldi, Corelli) comunica uma sensação de estabilidade, ordem, previsibilidade e segurança e cria um ambiente mentalmente estimulante para o estudo e o trabalho.

. A música clássica (Haydn e Mozart) tem clareza, elegância e transparência. Pode melhorar a concentração, a memória e a percepção espacial.

. A música romântica (Schubert, Schumann, Tchaikovski, Chopin e Liszt) enfatiza expressão e sentimento, com freqüência evocando temas de individualismo, nacionalismo ou misticismo. É mais útil para ampliar simpatia, compaixão e amor.

. A música impressionista (Debussy, Fauré e Ravel) é baseada em humores e impressões musicais de fluxo livre e evoca imagens de sonho. Um quarto de hora de devaneio musical, seguido por alguns minutos de alongamento, pode liberar seus impulsos criativos e colocá-lo em contato com seu inconsciente.

. Músicas religiosas e sacras, inclusive tambores xamânicos, hinos de igreja, música gospel e spirituals, podem nos levar a sentimentos de profunda paz e consciência espiritual. Elas também podem ser notavelmente úteis para nos ajudar a transcender – e aliviar – nossa dor.

“Música é produto do amor divino, cuja graça, beleza e misteriosas forças curativas estão intimamente ligadas à ordem celestial e à memória de nossa origem e do nosso destino.”
Don Campbell

Nota importante do autor: os exercícios com música não devem ultrapassar 30 minutos por dia, sendo importante variar o gênero e o compositor para que a mente não se acostume ou canse.

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